sábado, 3 de outubro de 2009

Soneto de despedida

Adeus, vou partir e não quero como outrora
Implorar-te um amor que não me podes dar...
O amor nasce espontâneo, o amor nunca se implora
E nesta vida se ama a quem se quer amar...Itálico

Talvez seja por isso então que vou-me embora...
Também não quero mais tua vida amargurar
Com meu sofrer. E vês? Eu me despeço agora
Sem a mínima queixa e sem mesmo chorar...

Não fiques triste sei que me tens amizade
Sei que terás de mim um pouco de saudades...
Pois sempre fui bondosa e nunca te magoei

Mas é mister partir... o destino cruelmente
Fez que tu me estimando embora imensamente
Não pudesse amar-me, assim como te amei...

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